terça-feira, 27 de março de 2012

ADVINHA QUANTO EU TE AMO


Era hora de ir para a cama e o coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do coelho pai.

Depois de ter certeza de que o papai coelho estava ouvindo, o coelhinho disse: Adivinha o quanto eu te amo!

Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar. - Respondeu o coelho pai.

Tudo isto. - Disse o coelhinho, esticando os braços o mais que podia.

Só que o coelho pai tinha os braços mais compridos, e disse: E eu te amo tudo isto!

Hum,isso é um bocado, pensou o coelhinho.

Eu te amo toda a minha a altura. - Disse o coelhinho.

E eu te amo toda a minha altura. - Disse o coelho pai.

Puxa,isso é bem alto, pensou o coelhinho. Eu queria ter braços compridos assim.

Então o coelhinho teve uma boa ideia. Ele se virou de ponta-cabeça apoiando as patinhas na árvore, e gritou: Eu te amo até as pontas dos dedos dos meus pés, papai!

E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés. - Disse o coelho pai balançando o filho no ar.

Eu te amo toda a altura do meu pulo! -  Riu o coelhinho saltando de um lado para outro.

E eu te amo toda a altura do meu pulo. - Riu também o coelho pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore.

Isso é que é saltar! - Pensou o coelhinho. Bem que eu gostaria de pular assim.

Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio. - Gritou o coelhinho.

Eu te amo até depois do rio, até as colinas. - Disse o coelho pai.

É uma bela distância, pensou o coelhinho. Mas, àquela altura já estava sonolento demais para continuar pensando.

Então, ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite e concluiu: Nada podia ser maior que o céu.

Eu te amo até a lua! - Disse ele, e fechou os olhos.

Puxa, isso é longe - falou o papai coelho - longe mesmo!

O coelho pai deitou o coelhinho na sua caminha de folhas, inclinou-se e lhe deu um beijo de boa-noite.

Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo: ADVINHA QUANTO EU TE AMO




Era hora de ir para a cama e o coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do coelho pai.

Depois de ter certeza de que o papai coelho estava ouvindo, o coelhinho disse: Adivinha o quanto eu te amo!

Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar. - Respondeu o coelho pai.

Tudo isto. - Disse o coelhinho, esticando os braços o mais que podia.

Só que o coelho pai tinha os braços mais compridos, e disse: E eu te amo tudo isto!

Hum,isso é um bocado, pensou o coelhinho.

Eu te amo toda a minha a altura. - Disse o coelhinho.

E eu te amo toda a minha altura. - Disse o coelho pai.

Puxa,isso é bem alto, pensou o coelhinho. Eu queria ter braços compridos assim.

Então o coelhinho teve uma boa ideia. Ele se virou de ponta-cabeça apoiando as patinhas na árvore, e gritou: Eu te amo até as pontas dos dedos dos meus pés, papai!

E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés. - Disse o coelho pai balançando o filho no ar.

Eu te amo toda a altura do meu pulo! -  Riu o coelhinho saltando de um lado para outro.

E eu te amo toda a altura do meu pulo. - Riu também o coelho pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore.

Isso é que é saltar! - Pensou o coelhinho. Bem que eu gostaria de pular assim.

Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio. - Gritou o coelhinho.

Eu te amo até depois do rio, até as colinas. - Disse o coelho pai.

É uma bela distância, pensou o coelhinho. Mas, àquela altura já estava sonolento demais para continuar pensando.

Então, ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite e concluiu: Nada podia ser maior que o céu.

Eu te amo até a lua! - Disse ele, e fechou os olhos.

Puxa, isso é longe - falou o papai coelho - longe mesmo!

O coelho pai deitou o coelhinho na sua caminha de folhas, inclinou-se e lhe deu um beijo de boa-noite.

Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo: Eu te amo até a lua... Ida e volta!

Sam Mc Bratney.

domingo, 18 de março de 2012

Fé, Esperança e Amor!

"Ainda que eu fale as línguas dos homens e  dos  anjos,
 se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.os




Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência: ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei.


E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso se aproveitará.


O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz incovenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


O amor jamais acaba. Mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará. Porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. Quando porém vier o que é perfeito, o que então é em parte, será aniquilado.


Quando eu era menino, falava como um menino, sentia como menino. Quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.


Porque agora vemos como um espelho, obscuramente, e então veremos face a face; agora conheço em parte, e então conhecerei como sou conhecido.


Agora, pois, permanecem a Fé, a Esperança e o Amor. Estes três. Porém o maior deles é o Amor".